09 Julho 2018

Papa e líderes cristãos rezam por paz no Oriente Médio

No sábado, 7 de julho, Papa Francisco esteve em Bari, ao sul da Itália para um encontro ecumênico de oração pela paz pelo Oriente Médio.


Atualidade e Eventos

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Papa Francisco foi a Bari, na Itália, para se encontrar com líderes de Igrejas e Comunidades cristãs em uma jornada de oração e de reflexão sobre a dramática situação no Oriente Médio.

S.Em. Card. LEONARDO SANDRI
Prefeito Congregação Igrejas Orientais
“A oração é a coisa mais importante: o Papa convida todos a rezarem por este encontro que traga frutos de compreensão e de paz para estes pobres irmãos sofridos. Depois, este encontro é profético porque chama a atenção do mundo inteiro para com estes irmãos, chama todos os fiéis e até mesmo as autoridades do mundo a tomarem decisões em favor do diálogo e da paz”.

Entre os presentes, o administrador Apostólico do Patriarcado Latino de Jerusalém, Dom Pierbattista Pizzaballa.

Dom PIERBATTISTA PIZZABALLA, ofm

Administrador Apostólico do Patriarcado Latino de Jerusalém

“O objetivo deste encontro é pontualizar a situação e coordenar melhor a vida das diversas comunidades cristãs que pertencem às diversas igrejas. O Oriente Médio sempre conheceu a beleza da pluralidade do mundo cristão e precisa mostrar mais unidade, sobretudo diantes dos desafios nos quais nos encontramos”

Entre os principais momentos, a oração diante das relíquias de São Nicolau, muito venerado pelas Igrejas orientais, seguida de um encontro privado de diálogo.

Ao término da reunião, o Santo Padre pronunciou um discurso conclusivo, no Sagrado da Basílica de São Nicolau. Disse que ele e os patriarcas se sentiram impelidos a viverem esta jornada, com a mente e o coração voltados para o Oriente Médio, encruzilhada de civilizações e berço das grandes religiões monoteístas.

Citando a situação na Siria, condenou mais uma vez a guerra e disse que a violência é sempre alimentada pelas armas. Não se pode falar de paz, enquanto houver corrida ao rearmamento. Esta é uma gravíssima responsabilidade, sobretudo das Nações mais poderosas.

Na ocasião, rezou especialmente pela Cidade Santa:

“Hoje, rezamos unidos, para implorar do Senhor aquela paz que os poderosos da terra ainda não conseguiram encontrar. Que ressoe o grito do salmista “reine a paz entre vocês”, entre os irmãos que sofrem e todos os povos e crenças, de modo especial, para Jerusalém, Cidade Santa amada por Deus e ferida pelos homens!”.

No discurso, disse que a cidade pertence a todos os povos, que é única e sagrada para cristãos, judeus e muçulmanos do mundo inteiro, que sua identidade e vocação devem ser preservadas e que seu “status quo” deve ser respeitado, conforme a deliberação da Comunidade Internacional e das Comunidades cristãs da Terra Santa.

Acrescentou que somente uma solução negociada, entre Israelenses e Palestinos, firmemente desejada e favorecida pela Comunidade das Nações, poderá contribuir para uma paz estável e duradoura e garantir a coexistência de dois Estados para dois Povos.

Dom PIERBATTISTA PIZZABALLA, ofm

Administrador Apostólico do Patriarcado Latino de Jerusalém

“O Papa sempre esteve muito próximo dos cristãos do Oriente Médio. São muitas as iniciativas que promoveu até então (…) todas as iniciativas tem um fio condutor que as une: estar fora da política e interceder, rezar, exprimir proximidade, solidariedade, amor e oração”.

Um dos momentos mais simbólicos ocorreu no fim do evento quando Papa Francisco e os patriarcas fizeram voar pompas branca e em alta voz, pediram pela paz!