12 Julho 2017

O Centro para o patrimônio palestino de Belém

Promover, reavivar e preservar a tradição palestina. Eis os três “mandamentos” do centro fundado em 1991 por Maha Saca.

Os cristãos na Terra Santa

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Promover, reavivar e preservar a própria tradição. Eis os três “mandamentos” do centro fundado 26 anos atrás por Maha Saca.

MAHA SACA
Diretora Centro para ao Patrimônio Palestino de Belém
“Comecei este trabalho em 1991, fazendo várias pesquisas no local, nos vilarejos palestinos, até Gaza. Recolhi assim informações ao vivo, diretamente das vozes dos mais informados. Entendi através deles que a coisa mais importante para a mulher é seu vestido, porque é o vestido de noiva, o vestido com o qual ela viajou, aquele que está gravado na sua memória. Eis por que me concentrei neste setor.”

MAHA SACA
Diretora Centro para ao Patrimônio Palestino de Belém
“Como mulher palestina creio que a roupa narre a história de um povo. Por exemplo, em Be'er Sheva a noiva usa um vestido vermelho. Se ela ficar viúva, vai trocar o vestido por um azul. Se quiser casar de novo, vai acrescentar algumas cores e brinquedos, para sugerir que ela quer ter outro marido e filhos.”

Moda, bordado e joias são o âmago do centro, mas não são sua única seção: existe a seção que recolhe objetos tradicionais destinados ao uso doméstico e agrícola, aquela que expõe pinturas e fotografias do território ou que vende livros e cartões postais. Inclusive é possível visitar uma tenda beduína, tomando café árabe.

O centro oferece emprego para cerca de quarenta mulheres da área de Belém e Hebron, provenientes seja dos vilarejos seja dos campos para refugiados. Para muitas delas é a única oportunidade de receber um salário.

FATHYA AFGHANI
Funcionária
“Tenho o bordado no meu sangue. Não consigo ficar sentada sem coser algo… isso para mim é um passatempo, mas ao mesmo tempo um recurso para me sustentar e assim cuidar da minha família e educar meus filhos.”

Maha, a diretora do centro, também realizou os cachecóis doados a dois papas por ocasião da sua visita à Terra Santa, Bento XVI e Francisco. Bordou neles seja a cruz do Vaticano seja a cruz da Palestina, a assim chamada cruz da volta. Um sinal para daz voz ao seu povo e ao desejo que sua identidade não se perca ao passar-se das gerações.

MAHA SACA
Diretora Centro para ao Patrimônio Palestino de Belém
“Cresci em uma casa palestina que me ensinou o amor pela minha terra, o sentido de pertença e a dedicação a ela. Aqui procuramos criar uma conexão entre passado e presente, para que a herança permaneça viva e continue a nos pertencer”.